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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A Copa do Mundo é nossa?


Por JUCA KFOURI*
Para começar o jogo, pense nisso: na França, em 1998, o presidente do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo foi Michel Platini, melhor jogador da história do futebol francês até que, naquela Copa, Zinedine Zidane lhe tomasse a coroa. Platini não era o presidente da FFF, a Federação Francesa de Futebol.
Na Alemanha, em 2006, o presidente do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo foiFranz Beckenbauer, o Kaiser, melhor jogador da história do futebol alemão até hoje. Beckenbauer não era o presidente da DFB, a Federação Alemã de Futebol.
No Brasil, para 2014, o presidente do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo é Ricardo Terra Teixeira, que jamais jogou futebol.

Por detrás da "pacificação" estão os interesses econômicos da Copa e das Olimpíadas

Acessem o link abaixo, para ver o que está por trás do Esporte.

Remoção de comunidades no Rio: Anistia Internacional alerta para violações sistemáticas dos direitos humanos

Abaixo os caveirões



Para quem não está lá (na Rocinha) e quer saber um pouquinho do que é a propalada pacificação nos morros cariocas, acessem o link abaixo da Anistia Internacional, sobre os Caveirões, utilizados há mais de 7 anos no Rio de Janeiro.

Parkour há mais de 80 anos atrás

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Abaixo a manipulação da imprensa capitalista

Assistam, vejam a manipulação da Rede Globo, o que é ruim para eles e para o governo, eles censuram, assim como fizeram com a entrevista esclarecedora dos estudantes. Acessem o vídeo no link abaixo:

http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=33828

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Professor Negro é vítima de racismo


Tomo o espaço deste Blog para publicar mais um caso de opressão racial, denunciado pelo Site: Causa Operária Online. Mostrando a realidade vivida nos dias de hoje pelo povo negro em nosso país frente às arbitrariedades cometidas pela Corporação da Polícia Militar, que educa seus policiais dentro do modus operandi denunciado abaixo. Frente a essa situação, nós professores e alunos temos o dever de não deixar o dia 20 de Novembro passar em branco, denunciando através dos nossos meios a luta por igualdade e pelo combate ao racismo.
Maranhão
Professor negro é vítima de racismo policial
“Estou em um carro da polícia e eles vão me matar”

15 de novembro de 2011
O professor de música e artista plástico Simão Pedro Amaral denuncia que foi vítima de agressão e constrangimento praticados por dois policiais militares.Amaral conta que caminhava na estrada, em direção ao condomínio, quando foi abordado por dois policiais, Hernandez Chagas e José Ribamar Vieira, que estavam em uma viatura do 8º Batalhão de Polícia Militar, que ordenaram que parasse imediatamente para uma revista. O professor indagou porque ele seria revistado.
Os policiais retrucaram, como sempre, que ele seria “suspeito porque possui as características de um marginal que acabara de assaltar uma moradora da área”. Daí em diante o professor afirma que “foram momentos de verdadeiro terror”.
Durante a revista, a vítima explicava aos policiais que é professor lotado no Centro de Ensino Bernardo Coelho de Almeida (BCA), e que dá aulas na Escola de Música do Estado. No entanto, as explicações do professor não foram suficientes para evitar que um dos policiais lhe desse um soco no rosto, mandando que calasse a boca e o ofendendo.
O professor disse aos policiais que iria denunciá-los pela agressão e pelo constrangimento ao qual estava sendo submetido. Com isso, um dos policiais lhe empurrou violentamente para o interior da viatura.
Dentro da viatura o professor percebeu que a viatura estava dando voltas e que estava em “uma situação de verdadeiro terror e tortura”. Ele insistiu e perguntou aos policiais militares para onde estaria sendo levado, mas recebeu como resposta apenas a expressão “cala a boca”.
Prevendo o pior o professor portava um celular que passou pela revista policial e o acionou ligando para sua casa, ao que rapidamente falou: “estou em um carro da polícia no Turu e eles vão me matar”.
Ele não foi reconhecido pela a vítima do suposto assalto e, afirmando que iria denunciar os policiais, foi encaminhado para a delegacia onde os policiais registraram um boletim de ocorrência, denunciando o professor por desacato à autoridade.
O professor, por sua vez, registrou discriminação racial, agressão física e moral, tortura e sequestro.
Para o povo negro polícia é sinônimo de agressão e tortura
A imprensa burguesa quando fala da violência policial chama de “despreparo” da polícia todas as atrocidades por eles cometidas, tratando os casos, inclusive, como exceções e deformidades da corporação.
Por outro lado, apresenta ações truculentas da polícia como verdadeiras expressões da democracia e da liberdade, como as recentes ocupações militares de comunidades pobres e negras. Na realidade, a invasão militar de comunidades pobres dentro do próprio país é a expressão máxima da democracia burguesa em que vivemos, a lei é um tanque de guerra subindo o morro e soldados com licença para matar.
O que ninguém fala é que esse de fato é o preparo e objetivo da polícia: prisões arbitrárias, cometimento de crimes diários, conforme uma série de dados sobre violência, e que tem como alvo a população negra e pobre brasileira.
Com a aproximação do 20 de novembro, Dia de Luta do Povo Negro, é necessário reivindicar a dissolução das polícias, o direito ao armamento e autodefesa do povo negro e demais setores oprimidos pela polícia dos governos e da burguesia.


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Toda força à greve da USP


Apoiar os alunos da USP, greve até as conquistas das reivindicações.
Fora a PM da USP
Abaixo as tentativas de privatização da maior Universidade Pública da América Latina
Abaixo a Imprensa Venal, corrompida e comprada pela política de Geraldo Alckimin e dos poderosos

Acompanhar o site Causa Operária online, com todas as informações não mostradas pela mídia Alckimista.

sábado, 5 de novembro de 2011

O esporte pede desculpa!

São Silvestre


Em nome do lucro, Globo e Yescom acabam com tradição de mais de 80 anos.
                                                                                                                                                                   
Algumas dezenas de corredores entre eles o ex-campeão da São Silvestre José João da Silva participaram na manhã do último dia 2 de novembro, de protesto em forma de treino contra a mudança do percurso da famosíssima São Silvestre. Que neste ano não vai terminar na Avenida Paulista, como acontece há décadas, mas no Obelisco, localizado em frente ao parque Ibirapuera.
A decisão da organizadora da prova, a empresa Yescom, de tirar a chegada da corrida da Avenida Paulista foi a mais ridícula decisão em prol dos corredores de São Paulo e do próprio povo paulistano, desde que ela já havia deixado de ser disputada à noite (por conta da intervenção da ex-prefeita Luiza Erundina, à serviço de interesses lucrativos, entre eles da rede Globo de Televisão, que exigia a mudança de horário para não interferir em sua programação).
 Se já não era mais tão charmosa, a prova continuava a ser o “gran finale” de ano para muitos dos corredores.
A desculpa (também esfarrapada) dada desta vez pela Yescom era a necessidade de adequar os mais de vinte mil corredores que se aglomeram após prova com o público que chega para a festa noturna na Paulista.
O que se esconde por trás do nome segurança e conforto a ser “oferecido” na prova atlética e  alegado pelos organizadores é a busca pelo lucro próprio e pelo lucro de seus parceiros, como a Rede Globo de Televisão, que desde 1989, com o fim da corrida noturna, interfere na tradição de décadas construída por milhares de corredores anônimos e famosos que fizeram a alegria de muitas passagens de ano.