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terça-feira, 29 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
A Copa do Mundo é nossa?
Por JUCA KFOURI*
Para começar o jogo, pense nisso: na França, em 1998, o presidente do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo foi Michel Platini, melhor jogador da história do futebol francês até que, naquela Copa, Zinedine Zidane lhe tomasse a coroa. Platini não era o presidente da FFF, a Federação Francesa de Futebol.
Na Alemanha, em 2006, o presidente do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo foiFranz Beckenbauer, o Kaiser, melhor jogador da história do futebol alemão até hoje. Beckenbauer não era o presidente da DFB, a Federação Alemã de Futebol.
No Brasil, para 2014, o presidente do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo é Ricardo Terra Teixeira, que jamais jogou futebol.
Para saber mais acessem: http://blogdojuca.uol.com.br/2011/10/a-copa-do-mundo-e-nossa/
Por detrás da "pacificação" estão os interesses econômicos da Copa e das Olimpíadas
Acessem o link abaixo, para ver o que está por trás do Esporte.
Remoção de comunidades no Rio: Anistia Internacional alerta para violações sistemáticas dos direitos humanos
Remoção de comunidades no Rio: Anistia Internacional alerta para violações sistemáticas dos direitos humanos
Abaixo os caveirões
Para quem não está lá (na Rocinha) e quer saber um pouquinho do que é a propalada pacificação nos morros cariocas, acessem o link abaixo da Anistia Internacional, sobre os Caveirões, utilizados há mais de 7 anos no Rio de Janeiro.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Abaixo a manipulação da imprensa capitalista
Assistam, vejam a manipulação da Rede Globo, o que é ruim para eles e para o governo, eles censuram, assim como fizeram com a entrevista esclarecedora dos estudantes. Acessem o vídeo no link abaixo:
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=33828
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=33828
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Professor Negro é vítima de racismo
Tomo o espaço deste Blog para publicar mais um caso de
opressão racial, denunciado pelo Site: Causa Operária Online. Mostrando a realidade vivida nos
dias de hoje pelo povo negro em nosso país frente às arbitrariedades cometidas
pela Corporação da Polícia Militar, que educa seus policiais dentro do modus
operandi denunciado abaixo. Frente a essa situação, nós professores e alunos
temos o dever de não deixar o dia 20 de Novembro passar em branco, denunciando
através dos nossos meios a luta por igualdade e pelo combate ao racismo.
Maranhão
Professor negro é vítima de racismo policial
Professor negro é vítima de racismo policial
“Estou em um carro da
polícia e eles vão me matar”
15 de novembro de 2011
15 de novembro de 2011
O professor de música e artista plástico Simão Pedro Amaral
denuncia que foi vítima de agressão e constrangimento praticados por dois
policiais militares.Amaral conta que caminhava na estrada, em direção ao
condomínio, quando foi abordado por dois policiais, Hernandez Chagas e José
Ribamar Vieira, que estavam em uma viatura do 8º Batalhão de Polícia Militar,
que ordenaram que parasse imediatamente para uma revista. O professor indagou
porque ele seria revistado.
Os policiais retrucaram, como sempre, que ele seria
“suspeito porque possui as características de um marginal que acabara de
assaltar uma moradora da área”. Daí em diante o professor afirma que “foram
momentos de verdadeiro terror”.
Durante a revista, a vítima explicava aos policiais que é
professor lotado no Centro de Ensino Bernardo Coelho de Almeida (BCA), e que dá
aulas na Escola de Música do Estado. No entanto, as explicações do professor
não foram suficientes para evitar que um dos policiais lhe desse um soco no
rosto, mandando que calasse a boca e o ofendendo.
O professor disse aos policiais que iria denunciá-los pela
agressão e pelo constrangimento ao qual estava sendo submetido. Com isso, um
dos policiais lhe empurrou violentamente para o interior da viatura.
Dentro da viatura o professor percebeu que a viatura estava
dando voltas e que estava em “uma situação de verdadeiro terror e tortura”. Ele
insistiu e perguntou aos policiais militares para onde estaria sendo levado,
mas recebeu como resposta apenas a expressão “cala a boca”.
Prevendo o pior o professor portava um celular que passou
pela revista policial e o acionou ligando para sua casa, ao que rapidamente
falou: “estou em um carro da polícia no Turu e eles vão me matar”.
Ele não foi reconhecido pela a vítima do suposto assalto e,
afirmando que iria denunciar os policiais, foi encaminhado para a delegacia
onde os policiais registraram um boletim de ocorrência, denunciando o professor
por desacato à autoridade.
O professor, por sua vez, registrou discriminação racial,
agressão física e moral, tortura e sequestro.
Para o povo negro polícia é sinônimo
de agressão e tortura
A imprensa burguesa quando fala da violência policial chama
de “despreparo” da polícia todas as atrocidades por eles cometidas, tratando os
casos, inclusive, como exceções e deformidades da corporação.
Por outro lado, apresenta ações truculentas da polícia como
verdadeiras expressões da democracia e da liberdade, como as recentes ocupações
militares de comunidades pobres e negras. Na realidade, a invasão militar de
comunidades pobres dentro do próprio país é a expressão máxima da democracia
burguesa em que vivemos, a lei é um tanque de guerra subindo o morro e soldados
com licença para matar.
O que ninguém fala é que esse de fato é o preparo e objetivo
da polícia: prisões arbitrárias, cometimento de crimes diários, conforme uma
série de dados sobre violência, e que tem como alvo a população negra e pobre
brasileira.
Com a aproximação do 20 de novembro, Dia de Luta do Povo
Negro, é necessário reivindicar a dissolução das polícias, o direito ao
armamento e autodefesa do povo negro e demais setores oprimidos pela polícia
dos governos e da burguesia.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Toda força à greve da USP
Apoiar os alunos da
USP, greve até as conquistas das reivindicações.
Fora a PM da USP
Abaixo as tentativas de
privatização da maior Universidade Pública da América Latina
Abaixo a Imprensa
Venal, corrompida e comprada pela política de Geraldo Alckimin e dos poderosos
Acompanhar o
site Causa Operária online, com todas as informações não mostradas pela mídia
Alckimista.
sábado, 5 de novembro de 2011
São Silvestre
Em
nome do lucro, Globo e Yescom acabam com tradição de mais de 80 anos.
Algumas dezenas de corredores entre eles o ex-campeão da São
Silvestre José João da Silva participaram na manhã do último dia 2 de novembro,
de protesto em forma de treino contra a mudança do percurso da famosíssima São
Silvestre. Que neste ano não vai terminar na Avenida Paulista, como acontece há
décadas, mas no Obelisco, localizado em frente ao parque Ibirapuera.
A decisão da organizadora da prova, a empresa Yescom, de
tirar a chegada da corrida da Avenida Paulista foi a mais ridícula decisão em
prol dos corredores de São Paulo e do próprio povo paulistano, desde que ela já
havia deixado de ser disputada à noite (por conta da intervenção da ex-prefeita
Luiza Erundina, à serviço de interesses lucrativos, entre eles da rede Globo de
Televisão, que exigia a mudança de horário para não interferir em sua
programação).
Se já não era mais
tão charmosa, a prova continuava a ser o “gran finale” de ano para muitos dos
corredores.
A desculpa (também esfarrapada) dada desta vez pela Yescom era
a necessidade de adequar os mais de vinte mil corredores que se aglomeram após prova
com o público que chega para a festa noturna na Paulista.
O que se esconde por trás do nome segurança e conforto a ser
“oferecido” na prova atlética e alegado
pelos organizadores é a busca pelo lucro próprio e pelo lucro de seus
parceiros, como a Rede Globo de Televisão, que desde 1989, com o fim da corrida
noturna, interfere na tradição de décadas construída por milhares de corredores
anônimos e famosos que fizeram a alegria de muitas passagens de ano.
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